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22
fev 14

Por que sua empresa deveria ter um domínio registrado?

Esse artigo foi publicado primeiramente no site da Rede Sudeste, o original pode ser visto em Por que sua empresa deveria ter um domínio registrado?


Hoje vamos escrever sobre a importância de um domínio bem registrado para a marca da sua empresa e os benefícios que isso pode trazer para seu negócio. Um nome de domínio é um site, ou o lugar da sua empresa na internet, como o endereço para sua casa, nesse caso o endereço físico e não o on-line.

Um domínio é um endereço web que pode ser digitado na barra de url do seu navegador. “globo.com” é um domínio, “ricardoeletro.com.br” é um domínio, “redesudeste.com.br” também é um domínio.

Apesar de milhões de nomes de domínios já tenham sido reivindicados por empresas e pessoais físicas, existem ainda possibilidades infinitas. Você apenas tem que ter um pouco de criatividade para escolher o seu.

URL navegador

URL navegador

O nome do domínio da sua empresa deve ser fácil de lembrar, agradável e autoexplicativo.

Vamos falar sobre credibilidade agora, provavelmente seu negócio tenha dezenas se não milhares de concorrentes, se eu estiver errado me fale pois gostaria muito de me arriscar em sua área de atuação.

Enviar uma proposta de negócio, ou retornar aquele e-mail de pedido de orçamento usando um e-mail do “hotmail.com” ou “yahoo.com.br”, por exemplo, passa pouco confiança, você pode está vendendo o melhor produto do mundo, mas quando o cliente receber esse e-mail sua credibilidade corre um grande risco de chegar bem perto de zero. Acho que não vai querer isso.

Ao registrar um domínio é possível criar contas de e-mail profissionais como contato@seu-dominio.com.br passando mais segurança para o cliente, veja no final do artigo como cria sua conta grátis.

Um outro ponto importante que não pode passar despercebido é a descrição do nome do domínio muito extenso, isso dificulta a compreensão e pode prejudicar muito o entendimento por parte do cliente.

Vamos imaginar que o nome da sua empresa seja “Luiz e Carlos Consultoria Financeira ltda.” com esse nome podemos ter algumas sugestões de domínio como:

luizecarlosconsultoriafinanceira.com.br
lecconsultoriafinanceira.com.br
luizecarlosconsultoria.com.br
lecconsultoria.com.br
lcconsultoria.com.br
lcconsult.com.br

Diante das opções tente escolher sempre o menor nome que melhor descreva seu negócio, é um pouco complicado eu sei, mas encontrar um nome autoexplicativo pode lhe ajudar a fechar boas vendas. Eu registraria nesse caso o domínio “lcconsultoria.com.br”.

Vale lembrar também que o valor em reais de um registro de domínio nem se compara aos benefícios que ele pode trazer.

Aqui na Rede Sudeste oferecemos de forma gratuita uma conta de e-mail @suaempresa.com.br é uma página web personalizada para não deixar seu endereço em branco. Você pode ver mais detalhes em http://www.redesudeste.com.br/hosting/registro-de-dominio

A credibilidade é uma arma importante para enfrentar as batalhas no mundo dos negócios.

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8
maio 12

E-mail completa vinte anos

O e-mail é um termo cunhado em 1982 e hoje, 20 anos depois, é uma das ferramentas mais utilizadas no dia a dia pessoal e profissional. Existem atualmente mais de 1,880 milhão de usuários que enviam e recebem cerca de 294 milhões de correios eletrônicos por dia. Destes, cerca de 90% é considerado spam, mas esse número está caindo nos últimos anos com a evolução de tecnologias para evitar a prática.

“As características de comunicação textual e assíncrona, e a capacidade de comunicação de um para muitos facilitou a propagação do e-mail. Com a evolução do serviço, tem-se incorporando novos recursos que facilitam a organização das mensagens, integração de mensagens com redes sociais, ou acesso ao e-mail a partir de dispositivos móveis”, aponta a Nexica, empresa de hosting. Veja abaixo uma breve trajetória do serviço.

A primeira mensagem eletrônica foi enviada em 1965, quando o Massachusetts Institute of Tecnhnology (MIT) introduziu o que viria a ser o primeiro e-mail da história, que estabeleceu as bases em 1977 para propor o RFC 733 como o protocolo padrão para envio de e-mail por meio da internet.

Em 1989, a IBM lançou o Lotus Notes 1.0, apenas um ano antes do início de ataques de spam. Em 1992, a Microsoft passou a comercializar o que é hoje uma das plataformas mais populares em empresas de todo o mundo: o Outlook.

O Hotmail, o primeiro serviço na nuvem, chegou em 1996, e a capacidade de incorporar múltiplas contas do Outlook aconteceu em 2003. Em 2007, um novo ator ingressou nessa cadeia. Foi o ano em que a Google anunciou o Gmail. De lá para cá, a gigante de buscas tem proliferado todos os tipos de provedores de e-mail em nuvem, e alimentado o acesso ao correio eletrônico a partir de smartphones e tablets.

E o que o futuro do e-mail espera? Daqui vinte anos poderemos avaliar a evolução dessa ferramenta.

Fonte:http://computerworld.uol.com.br

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2
fev 12

Microempresas ainda desconhecem os benefícios da Internet

A Internet continua a ser uma ferramenta muito pouco, ou quase não usadas pelos microempresários brasileiros, segundo a pesquisa TIC Microempresas 2010, realizada pelo Centro de Estudos sobre as
Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br) e divulgada nesta quarta-feira (28/12) pelo Comitê Gestor da Informática (CGI.br).

Os dados do levantamento realizado entre setembro e novembro de 2010, com mais de 1.500 empresas brasileiras que empregam até 10 funcionários, atualizam o levantamento de 2007. Os resultados revelam estabilidade no número de microempresas informatizadas _ em 2007, 69% tinham computadores com acesso à Internet e este patamar se manteve estável em 2010 _ mas a presença na Web é muito baixa _ 73% das
microempresas pesquisadas não possuem site e 83% delas sequer figuram em canais online de parceiros ou terceiros. Pior, aquelas que têm página na Internet oferecem somente recursos básicos, como catálogos e listas
de preços de produtos.

Na prática, a maioria dos microempresários entrevistados (64%) alega não necessitar da Internet para seus negócios. E mesmo aqueles que declaram usá-la, limitam-se a funções básicas, como envio de e-mail (97%) ou buscas online (88%). Atividades que exijam maior familiaridade com a Internet, como usar serviços bancários online, oferecer serviços ao consumidor, e o uso em treinamento, têm índices ainda relativamente baixos, principalmente quando comparados a empresas com mais de 10 funcionários: 58% das microempresas utilizam serviços bancários, 51% fazem uso de mensagens instantâneas, e apenas 40% oferecem serviços ao consumidor.

Outro indicador importante avaliado na consulta foi o uso que essas
empresas fazem de sites governamentais. O índice, bastante significativo e similar ao que foi apresentado por empresas maiores, aponta que 71% das microempresas acessam páginas do governo. Entretanto, somente 7% das
empresas com 1 a 9 funcionários adquirem bens ou serviços de organizações governamentais via Internet e apenas 37% fazem pagamentos pela rede a esses órgãos.

Neste vídeo, Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br, apresenta indicadores da pesquisa Link do Vídeo

 

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